Mais inteligente.

Mais responsável.

Mais eficiente.

Verdai

A energia inteligente por detrás do conforto térmico.

Quando abrimos uma torneira de água quente, ligamos o aquecimento ou refrigeramos um edifício, raramente pensamos de onde vem essa energia — apenas esperamos que funcione, sempre.

As redes urbanas de frio e calor existem exatamente para isso: assegurar conforto térmico contínuo, de forma sustentável, coletiva, eficiente e fiável.

Em vez de vários sistemas individuais, díspares e inestéticos, a cidade passa a contar com uma infraestrutura comum, dimensionada e gerida como um verdadeiro serviço urbano.

Porque as cidades mais avançadas escolhem redes?

Maior eficiência energética

Produção centralizada, otimizada e permanentemente monitorada.

Menor impacto ambiental

Redução de emissões e maior facilidade de integração de soluções mais limpas ao longo do tempo.

Fiabilidade e continuidade de serviço

Sistemas redundantes, equipas dedicadas e operação 24/7.

Valorização e estética dos edifícios

Menos equipamentos técnicos, menos manutenção local, mais espaço útil.

Evolução contínua

A rede adapta-se ao longo do tempo sem necessidade de intervenções em cada edifício.

Património energético para o futuro.

A Rede Urbana de Frio e Calor do Parque das Nações constitui um elemento fundamental na construção de um ambiente urbano mais sustentável e energeticamente eficiente.

A VERDAI, mais do que operar uma infraestrutura existente, assume o compromisso de transformá-la, com a integração de tecnologias avançadas, promovendo a transição para fontes de energia renováveis ou de baixo teor carbono, reforçando simultaneamente a robustez operacional e a capacidade de resposta da rede em contextos de elevada exigência.

Ao longo deste novo ciclo, serão realizados investimentos significativos na modernização da rede, com a integração de tecnologias mais eficientes e soluções de produção e gestão de energia cada vez mais inteligentes. Esta evolução não se traduz apenas em ganhos técnicos e ambientais, mas também em benefícios diretos para os clientes.

Uma marca com visão de futuro.

O nome VERDAI resulta da união entre os conceitos de verde e futuro, refletindo a visão de uma energia urbana que protege o presente e prepara o amanhã, colocando o bem-estar das pessoas e das cidades no centro da transição energética.

A Rede Urbana de Frio e Calor do Parque das Nações faz parte da identidade do território.

A VERDAI traz-lhe uma nova energia, não para mudar o que funciona, mas para cuidar, evoluir e preparar esta infraestrutura para os próximos anos.

Porque as cidades do futuro constroem-se com decisões responsáveis no presente.

FAQs

VERDAI | Nova Concessão Rede Urbana de Frio e Calor do Parque das Nações

A Rede Urbana de Frio e Calor do Parque das Nações é um sistema energético centralizado que produz frio e calor numa central técnica e os distribui através de uma rede de tubagens subterrâneas para os edifícios ligados à rede.

Em vez de cada edifício ter os seus próprios equipamentos de climatização, como chillers ou caldeiras individuais, a energia térmica é produzida de forma centralizada e transportada sob a forma de água fria ou água quente até aos pontos de entrega nos edifícios. A partir daí, essa energia é utilizada para assegurar a climatização dos espaços e, em alguns casos, o aquecimento de água.

Este modelo, conhecido internacionalmente como district cooling e district heating, permite alcançar níveis mais elevados de eficiência energética, reduzir consumos de energia e diminuir as emissões de CO₂, ao mesmo tempo que elimina a necessidade de instalação e manutenção de equipamentos de produção térmica em cada edifício.

No Parque das Nações, esta rede abastece edifícios residenciais, escritórios, hotéis e equipamentos públicos, constituindo uma das maiores infraestruturas urbanas de climatização centralizada em Portugal. O sistema funciona de forma contínua, assegurando o fornecimento de energia térmica de forma fiável e eficiente aos clientes ligados à rede.

A VERDAI, S.A. é a nova entidade responsável pela exploração da Rede Urbana de Frio e Calor do Parque das Nações, assumindo um compromisso claro: garantir continuidade de serviço, melhorar a fiabilidade do serviço e modernizar a rede com foco no cliente e na sustentabilidade.

Sim.

A concessão anterior chegou ao seu termo e o Estado decidiu lançar um procedimento para atribuir a exploração da rede urbana de frio e calor do Parque das Nações a um novo operador. A Climaespaço tinha sido originalmente selecionada para desenvolver e explorar o sistema criado no âmbito da EXPO’98, através de um concurso internacional lançado na década de 90.

Sim.

Foi realizado um concurso público internacional para a concessão da exploração do sistema de distribuição urbana de frio e calor do Parque das Nações nos próximos 15 anos.

A concessão foi atribuída pelo Estado português, nomeadamente através da Entidade do Tesouro e Finanças (ETF).

Não.
O serviço mantém-se inalterado nos seus parâmetros técnicos, nos pontos de entrega e na lógica de faturação baseada no consumo efetivo.
Para os clientes, esta alteração traduz-se na continuidade do serviço com condições mais vantajosas.

Não.
As intervenções serão planeadas de forma faseada, garantindo a continuidade total do fornecimento de frio e de calor.

A rede será alvo de um plano de investimento robusto que inclui:

  • modernização tecnológica,
  • reforço da eficiência energética,
  • melhorias na distribuição,
  • evolução digital para monitorização em tempo real.

Estas melhorias permitirão um serviço mais estável, mais sustentável e preparado para as necessidades futuras.

A operação está suportada por um contrato de longo prazo, que integra:

  • Obrigações de desempenho rigorosas
  • Supervisão técnica permanente
  • Metas ambientais alinhadas com regulamentação em vigor

Isto assegura uma evolução sustentável da rede e reforça a competitividade do sistema.

O plano de modernização inclui:

  • equipamentos mais eficientes e sustentáveis,
  • reforço da infraestrutura de distribuição,
  • digitalização avançada da operação,
  • uma eletrificação quase total do sistema, facilitando maior integração de energia renovável.

Sim.
O novo sistema de produção de energia térmica adotado pela VERDAI é mais eficiente e ambientalmente responsável, já que recorre quase em exclusivo a energias renováveis. Esta melhoria estende-se de imediato aos clientes da rede sem que tenham de alterar a sua própria infraestrutura.

A modernização contribuirá ainda para uma redução progressiva das emissões de CO₂, alinhada com os objetivos de transição energética.

O novo ciclo de concessão integra um investimento significativo que permitirá introduzir melhorias tangíveis, nomeadamente:

  • Maior eficiência energética, graças a sistemas de produção mais modernos.
  • Maior sustentabilidade, com eletrificação quase total e integração de energia renovável.
  • Garantia de fiabilidade e estabilidade, com operação 24/7 e redundância técnica.
  • Zero investimento necessário por parte do cliente no sistema de produção.
  • Melhor previsibilidade de custos, suportada pela digitalização e gestão ativa da energia (ex: contadores através de telemetria)
  • Criação do portal E‑Service (disponível a partir de 2027): Permitirá consultar consumos, aceder ao histórico de faturação e acompanhar dados de telemetria.
  • A componente fixa diminuirá, devido à eliminação da parcela “Contagem Parcial” e à limitação da parcela “Perdas de Energia no Edifício”. A sua atualização passa a ser anual.
  • A componente variável tenderá a reduzir-se progressivamente, acompanhando o aumento de eficiência dos novos sistemas. A atualização, continua a ser trimestral, é devidamente validada pelo concedente no respeito das condições de atualização por este impostas.

Sim. De uma forma positiva!
A digitalização e a gestão ativa da energia reduzem perdas, melhoram a eficiência e permitem prever consumos com maior precisão.

Mantém‑se o Tarifário Geral de Frio e Calor, composto por duas componentes:

  • Parcela fixa, associada à potência contratada (abaixo ou acima de 1.100 kW);
  • Parcela variável, correspondente ao consumo efetivo de energia.

Existe ainda o tarifário VERDAI Flex, destinado a clientes particulares com utilização sazonal de frio, permitindo uma solução mais ajustada a perfis de consumo não contínuos (vem substituir o tarifário Opcional)

Sim.
A faturação mensal ajuda a reforçar a transparência e a permitir maior controlo dos consumos.

Sim.
Será celebrado um novo contrato com a VERDAI.
Todo o processo será simples e acompanhado, sendo a documentação partilhada atempadamente com os clientes.

Não.
O depósito existente será transferido automaticamente para a VERDAI mantendo-se a preço da data de contratualização inicial evitando a sua atualização.

Sim. As condições contratuais serão atualizadas, no âmbito do novo contrato de concessão definido pelo Estado, com o objetivo de melhorar o serviço prestado e as condições aplicáveis aos clientes.
As novas condições foram enviadas por via postal, não sendo necessária qualquer ação imediata da sua parte.

Sim.
Todos os dados são tratados em conformidade com o RGPD.
A transferência de dados entre concessionárias ocorreu apenas para garantir continuidade de serviço, mantendo os mesmos padrões de segurança e confidencialidade.

Até 31 de março de 2026:

Telemóvel: (+351) 912 284 889

Email: verdai@verdai.pt | cliente@verdai.pt

A partir de 1 de abril de 2026:

Linha VERDAI: (+351) 213 171 170

HUB VERDAI (atendimento presencial):
Rua do Mar Vermelho, nº 2F, 1990‑152 Lisboa
Horário: 2ª a 6ª feira, 08h30–15h30

Portal E‑Service (disponível a partir de 2027):
Permitirá consultar consumos, aceder ao histórico de faturação e acompanhar dados de telemetria.

Contactos

VERDAI

NIPC
518 925 498

E-mail
verdai@verdai.pt

HUB VERDAI

(+351) 213 171 170
Tecla 2
(chamada para a rede fixa nacional)

Rua do Mar Vermelho nº 2 F
1990-152 Lisboa

2ª a 6ª | 08h30 – 15h30

E-mail
cliente@verdai.pt

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